Influência do Infrassom e do ultrassom na SAÚDE das grandes cidades

ZUMBIDO, DOR DE CABEÇA, INSÔNIA, PRESSÃO ALTA, TONTURA, DIFICULDADE DE CONCENTRAÇÃO...

     

CONSIDERAÇÕES
As imagens foram geradas em um sistema específico, função "espectometro", onde um amplo espectro do som pode ser ouvido eletrônicamente. As medições ocorreram em datas diferentes, e posições diferentes do mesmo endereço. Na prática, o ruido constante só pode ser percebido como "algum motor elétrico constante, porém de baixa percepção". A exposição por muitas horas pode gerar zumbidos no ouvido logo ao acordar, por exemplo. Pode ser difícil o sono, ou até inviável, o sono profundo. Enquanto, a troca do leito para um ambiente sem o ruído, promove o sono, além de gerar bem estar, ao acordar.

SINTESE
 
  
BENEFICIOS?

ARTIGO:

Impactos da Exposição Constante a Frequências Sonoras Específicas em Seres Vivos

Recentemente, tem sido notada a presença persistente e quase incessante de frequências sonoras específicas – 59 hertz, 179 hertz e 16594 hertz – em diversos ambientes, conforme documentado em materiais visuais e audiovisuais. A exposição contínua a essas ondas sonoras, mesmo que inaudíveis para alguns ou consideradas de baixa intensidade, levanta questões importantes sobre seus potenciais impactos na saúde e no comportamento de humanos e animais.

Entendendo as Frequências:

  • 59 Hz e 179 Hz: Embora não sejam infrassons (que são abaixo de 20 Hz), essas são frequências baixas que se situam dentro do espectro audível para a maioria dos seres humanos e animais. Sons de baixa frequência podem ser percebidos mais como uma vibração do que como um som audível, especialmente em intensidades mais altas.
  • 16594 Hz: Esta frequência está no limite superior da audição humana (20.000 Hz), sendo audível para muitos, especialmente crianças e jovens, mas pode ser inaudível para adultos com sensibilidade auditiva reduzida. Para diversos animais, no entanto, é uma frequência facilmente percebida.

Potenciais Efeitos em Humanos:

A exposição constante a essas frequências, mesmo que não cause dor imediata, pode desencadear uma série de sintomas e desconfortos. Para as frequências baixas (59 Hz e 179 Hz), indivíduos podem relatar sensações de vibração interna, tontura, náuseas, dores de cabeça, fadiga e até mesmo uma sensação de pressão nos ouvidos ou zumbido. Psicologicamente, a exposição contínua pode levar a irritabilidade, ansiedade, dificuldade de concentração e, em casos mais sensíveis, uma inexplicável sensação de mal-estar ou pânico.

Quanto à frequência mais alta (16594 Hz), se audível, o som constante pode ser extremamente irritante, causando fadiga auditiva, dores de cabeça e, em alguns casos, o desenvolvimento ou agravamento do zumbido (tinnitus). A longo prazo, a exposição a volumes elevados de qualquer frequência sonora pode contribuir para a perda auditiva.

Impactos em Animais:

Os animais, muitas vezes dotados de uma faixa de audição mais ampla e sensível do que os humanos, são particularmente vulneráveis à exposição contínua a essas frequências.

  • Frequências Baixas (59 Hz e 179 Hz): Animais podem demonstrar estresse, ansiedade, alterações nos padrões de sono e alimentação, e mudanças comportamentais como vocalização excessiva, apatia ou agressividade. A ressonância de baixas frequências pode causar desconforto físico e desorientação.
  • Frequência Alta (16594 Hz): Apitos de alta frequência, que operam nessa faixa ou em ultrassom, são usados para treinamento de cães devido à sua audibilidade para esses animais. Uma exposição constante e não intencional a 16594 Hz pode ser extremamente perturbadora, levando a comportamentos nervosos, estresse crônico, interferência na comunicação intraespécie e, em casos de alta intensidade, danos auditivos permanentes. Para animais que dependem de ultrassom (como morcegos e golfinhos para ecolocalização), a presença constante de frequências próximas ou ultrassônicas pode comprometer severamente sua navegação, caça e comunicação.

Conclusão:

A detecção persistente de frequências como 59 Hz, 179 Hz e 16594 Hz é um alerta para a necessidade de maior investigação e compreensão dos seus impactos ambientais. Embora as frequências de 59 Hz e 179 Hz não sejam infrassom e 16594 Hz não seja ultrassom, elas estão na faixa das baixas e altas frequências, respectivamente, podendo gerar consequências significativas para o bem-estar de seres humanos e animais. É crucial que mais estudos sejam realizados para determinar os níveis de segurança e as medidas de mitigação necessárias para proteger a saúde em ambientes com tal exposição sonora.

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